Para quem ama com medo de ficar sozinho
Ou talvez me conheça melhor por outro nome.
Ou talvez me conheça melhor por outro nome.
Talvez o meu nome não lhe diga muito. Poucas pessoas falam de mim. Poucas pessoas sabem sequer que existo. Costumam chamar-me solidão, abandono, carência, sensibilidade excessiva ou necessidade de atenção.
Todas as pessoas "tem padrões", mas o que são eles? Os padrões são expectativas que estabelece para si próprio e que procura cumprir. Nós, psicólogos, consideramos que são usados de duas formas:
Se perguntássemos a 100 pessoas se estabelecem padrões para si próprias, é muito provável que a grande maioria respondesse que sim. Ter padrões é algo natural e, até certo ponto, saudável. Eles ajudam-nos a orientar escolhas, definir objetivos e viver em sociedade de forma organizada. No entanto, quando esses padrões se tornam excessivamente...
"Não posso mostrar fraqueza."
"Se eu for o melhor, ninguém me vai magoar."
"Tenho de manter tudo sob controlo — sempre."
"Se eu não pensar nisso, talvez desapareça."
"Não me envolvo porque sei que vai acabar mal."
"Prefiro ficar na minha — é mais seguro assim."
Na prática clínica, é frequente ouvir frases como:
Na Terapia do Esquema, uma das perguntas mais comuns dos pacientes é:
"Se já sei que este padrão me magoa, porque continuo a repeti-lo?"
Se já se perguntou porque reage de forma tão intensa a determinadas situações ou porque se sente preso(a) em padrões emocionais que se repetem — mesmo quando tenta evitá-los — a Terapia do Esquema pode ajudá-lo(a) a encontrar essas respostas.
Na base de uma vida emocional saudável estão as nossas necessidades emocionais universais – um conceito central na Terapia do Esquema. Estas necessidades não são caprichos ou desejos passageiros. São fundamentais para o nosso bem-estar psicológico, e todos nós as partilhamos, independentemente da nossa história, personalidade ou cultura.